Notícias

NR-35 para Condomínios: Modelo Pronto para Imprimir e Usar

Um modelo de NR-35 para condomínios para imprimir é uma ferramenta essencial para síndicos e administradoras. Ele formaliza a gestão de segurança para trabalhos em altura, garantindo conformidade legal e minimizando risc

Redação11 min de leitura
Prévia real do material — NR-35 para Condomínios: Modelo Pronto para Imprimir e Usar
Notícias · Imagem: acervo GrandCondo

Um modelo de NR-35 para condomínios para imprimir é uma ferramenta essencial para síndicos e administradoras. Ele formaliza a gestão de segurança para trabalhos em altura, garantindo conformidade legal e minimizando riscos. Este material padronizado oferece checklists, permissões de trabalho e fichas de controle de EPI, facilitando a aplicação imediata das diretrizes da Norma Regulamentadora nº 35.

Prévia real do documento Guia Completo da NR-35 para Condomínios — página 1, arquivo oficial GrandCondo com marca d'água

Capa e identificação do documento, com campos de condomínio, data e responsável.

NR-35 em Condomínios: Legalidade e Aplicação

Prévia real do documento Guia Completo da NR-35 para Condomínios — página 2, arquivo oficial GrandCondo com marca d'água

Folha de verificação com os itens, critério de aceite e campo de assinatura.

A segurança no ambiente condominial é responsabilidade do síndico, conforme Art. 1.348 do Código Civil (Lei 10.406/02). O síndico deve zelar pela conservação das áreas comuns e pela prestação de serviços. Nesse contexto, o trabalho em altura, definido pela Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35) como qualquer atividade executada acima de 2 metros do nível inferior com risco de queda, é crítico. A NR-35 estabelece requisitos mínimos e medidas de proteção para o planejamento, organização e execução desses trabalhos, visando a segurança e saúde dos trabalhadores.

A falta de documentação e procedimentos rigorosos para trabalhos em altura pode levar a acidentes graves, com severas consequências humanas e legais para o condomínio e seus gestores. Isso inclui responsabilidade civil e criminal, além de multas dos órgãos fiscalizadores. Um modelo de NR-35 para condomínios para imprimir mitiga esses riscos, padronizando processos e assegurando o atendimento das exigências legais.

Este modelo aborda problemas como:

  • Trabalho em altura e espaço confinado sem permissão registrada: Evita que serviços essenciais, como limpeza de fachadas ou manutenção de telhados, sejam executados sem análise de risco e autorização formal, conforme exigido pela NR-35 e, quando aplicável, pela NR-33.
  • EPI entregue sem ficha de controle: Garante o registro da entrega, treinamento e devolução de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), protegendo o condomínio em fiscalizações ou acidentes, de acordo com a NR-06.
  • Autuação por ausência de documentação obrigatória: Fornece formulários e procedimentos que atendem às exigências legais, protegendo síndico e administradora contra multas e sanções.

A implementação de um protocolo técnico de inspeção e gestão de segurança para trabalhos em altura, por meio de um modelo estruturado, protege a vida dos trabalhadores e a integridade jurídica e financeira do condomínio.

Componentes Essenciais do Modelo NR-35

Prévia real do documento Guia Completo da NR-35 para Condomínios — página 3, arquivo oficial GrandCondo com marca d'água

Continuação da folha de verificação, com observações e registro de pendências.

O modelo pronto de NR-35 para condomínios é um kit completo e prático, estruturado em diferentes folhas e seções, cada uma com um propósito específico na gestão da segurança do trabalho em altura. Este material modular garante que todos os aspectos da NR-35 sejam abordados de forma sistemática e documentada.

Permissão de Trabalho em Altura (PTA)

A Permissão de Trabalho em Altura (PTA) é o documento central para autorizar e controlar a execução de atividades acima de 2 metros. Ela deve ser preenchida antes do início de qualquer trabalho em altura.

Campos de preenchimento:

  • Dados do Condomínio: Nome, endereço, CNPJ.
  • Identificação do Serviço: Data, horário de início e término previstos, local exato da atividade (ex: "telhado da torre A", "fachada lateral bloco B").
  • Equipe Envolvida: Nome completo dos trabalhadores, função, número de registro profissional (quando aplicável) e assinatura de cada um.
  • Avaliação de Riscos: Checklist de riscos específicos da tarefa e do local (ex: risco de queda, eletricidade, objetos em queda, intempéries).
  • Medidas de Controle: Descrição das medidas de segurança adotadas (ex: isolamento da área, uso de linha de vida, andaimes, EPIs específicos).
  • EPIs Exigidos: Lista detalhada dos EPIs obrigatórios para a tarefa (ex: cinto de segurança, talabarte, capacete com jugular, luvas, óculos de segurança).
  • Procedimentos de Emergência: Contatos para emergência, localização de equipamentos de resgate.
  • Liberação e Aprovação: Assinatura do responsável pela liberação (síndico, gestor da administradora ou técnico de segurança) e do responsável pela execução do trabalho.

Análise Preliminar de Risco (APR) e Diálogo Diário de Segurança (DDS)

A APR é um documento que antecede a PTA, identificando todos os riscos da atividade e as medidas preventivas. O DDS é uma breve reunião realizada antes do início das atividades para reforçar os procedimentos de segurança.

Campos de preenchimento da APR:

  • Local e Atividade: Descrição do ambiente e das tarefas.
  • Riscos Identificados: Detalhamento dos perigos (físicos, químicos, biológicos, ergonômicos, de acidentes) e seus potenciais danos.
  • Medidas Preventivas e Corretivas: Ações para eliminar ou mitigar cada risco.
  • Responsáveis: Pessoas designadas para implementar as medidas.
  • Assinaturas: Dos envolvidos na análise e aprovação.

Campos de preenchimento do DDS:

  • Data e Horário: Registro da realização.
  • Tema Abordado: Assunto de segurança discutido (ex: "uso correto do cinto de segurança").
  • Participantes: Nome e assinatura de todos que compareceram ao DDS.

Ficha de Controle de EPI

Esta ficha documenta a entrega, o treinamento no uso, o estado de conservação e a devolução de cada EPI.

Campos de preenchimento:

  • Dados do Trabalhador: Nome completo, função.
  • Dados do EPI: Tipo de equipamento (ex: capacete, cinto, luvas), marca, CA (Certificado de Aprovação), data de entrega.
  • Condição do EPI: Registro de inspeções periódicas, datas de troca ou manutenção.
  • Assinaturas: Do trabalhador (confirmando recebimento e treinamento) e do responsável pela entrega.

Checklist de Equipamentos e Ferramentas

Para garantir que todos os equipamentos e ferramentas estejam em perfeitas condições de uso e em conformidade com as normas de segurança.

Campos de preenchimento:

  • Item: Nome do equipamento/ferramenta (ex: andaime, escada, talabarte, corda).
  • Condição: Marcar "Conforme", "Não Conforme", "Não se aplica".
  • Observações: Detalhes sobre eventuais não conformidades ou necessidades de manutenção.
  • Data da Inspeção e Responsável: Registro de quem realizou a verificação.

Com o detalhamento de cada folha e seus campos, síndicos e administradoras têm um guia claro para a aplicação do modelo de NR-35 para condomínios para imprimir, garantindo uma gestão de segurança documentalmente robusta e legalmente defensável.

Implementação e Padronização do Modelo NR-35

A eficácia do modelo de NR-35 para condomínios para imprimir depende da sua correta aplicação e padronização. Síndicos e administradoras devem estabelecer um fluxo de trabalho claro para garantir que o processo seja seguido por todos os envolvidos, tanto equipes internas (zeladoria, manutenção) quanto prestadores de serviço externos.

Padronizando o Preenchimento e Arquivamento

A consistência é crucial para a validade dos registros e a segurança contínua. Para padronizar o preenchimento, siga estas diretrizes:

  1. Treinamento Inicial: Colaboradores e prestadores de serviço envolvidos em trabalhos em altura devem receber treinamento sobre o preenchimento correto de cada formulário (PTA, APR, Ficha de EPI, Checklist).
  2. Manual de Boas Práticas: Crie um guia interno com exemplos de preenchimento para serviços comuns no condomínio (limpeza de caixa d'água, poda de árvores em altura).
  3. Responsáveis Designados: Defina quem é responsável pela emissão da PTA, pela verificação dos EPIs e pela realização do DDS. Em condomínios com zelador(a) 24h, este profissional pode ser capacitado para iniciar o processo.
  4. Reuniões Periódicas: Realize reuniões de alinhamento para discutir dúvidas, revisar o preenchimento dos documentos e reforçar a importância dos procedimentos.
  5. Supervisão e Auditoria Interna: O síndico ou a administradora deve realizar auditorias periódicas para verificar o preenchimento correto dos documentos e o cumprimento dos procedimentos de segurança.

A padronização garante que o nível de segurança e a qualidade da documentação permaneçam consistentes, protegendo o condomínio e seus colaboradores.

O arquivamento adequado dos documentos é tão importante quanto o seu preenchimento, servindo como prova da conformidade do condomínio em caso de fiscalização, auditoria ou acidentes.

Melhores práticas para arquivamento:

  • Sistema Centralizado: Mantenha todos os documentos em um local único, seja físico (pasta organizada) ou digital (nuvem, software de gestão condominial). O GrandCondo, por exemplo, permite registro e acesso tanto no computador da portaria quanto no celular do zelador(a) ou síndico.
  • Organização Cronológica e por Serviço: Arquive as PTAs, APRs e Checklists por data de execução e, se possível, por tipo de serviço ou área. As Fichas de Controle de EPI devem ser arquivadas por trabalhador.
  • Digitalização: Digitalize todos os documentos após o preenchimento e assinatura. Isso cria um backup, facilita a busca e o acesso, e permite que as informações sejam compartilhadas rapidamente.
  • Período de Guarda: Consulte a legislação trabalhista e de segurança para determinar o tempo mínimo de guarda. Documentos de SST (Saúde e Segurança do Trabalho) devem ser mantidos por pelo menos 20 anos.
  • Acesso Controlado: Garanta que apenas pessoas autorizadas (síndico, administradora, técnico de segurança) tenham acesso aos arquivos, assegurando a confidencialidade e a integridade das informações.

Ao seguir essas orientações, o condomínio estabelece um sistema robusto de gestão de segurança para trabalhos em altura, protegendo-se contra autuações e, o mais importante, garantindo a integridade física de todos que atuam em suas dependências.

Benefícios e Aplicações Práticas da NR-35

A implementação do modelo de NR-35 para condomínios para imprimir vai além da conformidade legal, proporcionando benefícios tangíveis para a gestão condominial e a segurança.

Cenário 1: Limpeza da Caixa d'Água Elevada

  • Problema: A equipe de manutenção precisa acessar a caixa d'água no topo do edifício. Sem protocolo, o zelador(a) pode delegar a tarefa sem verificar as condições de segurança ou a qualificação dos envolvidos, aumentando o risco de queda.
  • Solução com o Modelo:
  1. APR: Antes da atividade, preenche-se uma APR identificando riscos como altura, espaço confinado (se aplicável), umidade e deslizamento.
  2. PTA: Uma Permissão de Trabalho em Altura (PTA) é emitida, detalhando procedimentos de segurança, EPIs necessários (cinto paraquedista, talabarte, capacete, luvas, botas), linha de vida e medidas de resgate.
  3. DDS: Antes de iniciar, um Diálogo Diário de Segurança (DDS) reforça os perigos e as medidas de controle.
  4. Ficha de EPI: A entrega dos EPIs é registrada na ficha, com a assinatura do colaborador.
  • Benefício: A atividade é realizada com segurança, minimizando acidentes e protegendo o síndico e a administradora de responsabilidades legais.

Cenário 2: Instalação de Antenas na Cobertura por Prestador Externo

  • Problema: Uma empresa externa instala antenas na cobertura. Sem controle, podem usar equipamentos inadequados, não ter treinamento para trabalho em altura ou não seguir as normas de segurança do condomínio.
  • Solução com o Modelo:
  1. Exigência Prévia: A administradora exige que a empresa apresente os certificados de treinamento NR-35 de seus funcionários (Atestados de Saúde Ocupacional - ASO com aptidão para trabalho em altura) e seu Plano de Segurança.
  2. PTA Condominial: Mesmo com a documentação da empresa, o condomínio emite sua própria PTA, alinhando as medidas de segurança às suas especificidades locais.
  3. Checklist de Equipamentos: Os equipamentos e ferramentas da empresa contratada são verificados usando o checklist do condomínio antes da liberação do trabalho.
  • Benefício: O condomínio atua preventivamente, garantindo que os prestadores de serviço sigam as diretrizes de segurança aplicáveis no local, reduzindo sua exposição a acidentes e a corresponsabilidade em caso de incidente.

Benefícios Gerais da Implementação:

  • Proteção Legal: O registro documental robusto serve como prova da diligência do síndico e da administradora em caso de fiscalizações, auditorias ou processos judiciais, demonstrando o cumprimento da NR-35 e outras legislações.
  • Redução de Acidentes: A padronização de procedimentos e a conscientização sobre os riscos diminuem a ocorrência de incidentes e acidentes de trabalho, preservando vidas e evitando transtornos operacionais e financeiros.
  • Otimização da Gestão: O modelo pronto simplifica a criação e gestão de documentos de segurança, economizando tempo e recursos que seriam gastos na elaboração de formulários do zero.
  • Valorização do Imóvel: Um condomínio que prioriza a segurança é visto como mais bem gerido e confiável, agregando valor e tranquilidade aos moradores e investidores.

O modelo de NR-35 para condomínios para imprimir do GrandCondo é uma ferramenta indispensável para síndicos e administradoras que buscam excelência na gestão e proteção contra riscos. Ele permite a implementação imediata de um sistema de segurança robusto e conforme as exigências legais.

Glossário da NR-35 para Condomínios

Compreender a terminologia técnica é fundamental para a correta aplicação do modelo de NR-35 para condomínios para imprimir.

  • Altura de Trabalho: Qualquer atividade executada a partir de 2 metros acima do nível inferior, onde haja risco de queda.
  • Análise Preliminar de Risco (APR): Documento para identificar riscos potenciais de uma atividade, suas causas, consequências e medidas preventivas. Fundamental antes de trabalhos em altura.
  • Atestado de Saúde Ocupacional (ASO): Documento médico que atesta a aptidão do trabalhador para exercer determinada função, incluindo aptidão para trabalho em altura, conforme a NR-07.
  • Certificado de Aprovação (CA): Documento do Ministério do Trabalho e Emprego que atesta a conformidade de um Equipamento de Proteção Individual (EPI) com as normas técnicas. Obrigatório para todos os EPIs.
  • Diálogo Diário de Segurança (DDS): Breve conversa de segurança (5 a 15 minutos) antes das atividades de trabalho em altura, para reforçar procedimentos e riscos.
  • Equipamento de Proteção Individual (EPI): Dispositivo de uso individual para proteção contra riscos. Exemplos para trabalho em altura: cinto de segurança paraquedista, talabarte, capacete com jugular, luvas, óculos de proteção.
  • Linha de Vida: Sistema de ancoragem temporário ou permanente, horizontal ou vertical, ao qual os trabalhadores conectam seus cintos de segurança paraquedas por meio de talabartes ou trava-quedas, protegendo contra quedas.
  • NR-35: Norma Regulamentadora que estabelece requisitos mínimos e medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo planejamento, organização e execução.
  • Permissão de Trabalho em Altura (PTA): Documento escrito que autoriza a execução de trabalho em altura, contendo medidas de controle, identificação dos envolvidos e validade. Obrigatório para toda atividade de trabalho em altura.
  • Pessoa Capacitada: Trabalhador treinado conforme a NR-35 para executar trabalhos em altura com segurança, com conhecimento teórico e prático.
  • Pessoa Habilitada: Profissional com formação e registro em conselho de classe (engenheiros e técnicos de segurança) responsável por elaborar e supervisionar documentos técnicos.
  • Sistema de Ancoragem: Conjunto de componentes com um ou mais pontos de ancoragem, onde podem ser conectados equipamentos de proteção individual contra quedas. Pode ser permanente ou provisório.
  • Talabarte: Conector que liga o cinto de segurança paraquedista ao sistema de ancoragem ou linha de vida. Pode ser simples, duplo (em Y) ou de posicionamento.
  • Trava-quedas: Dispositivo que, em caso de queda, bloqueia automaticamente o trabalhador na linha de vida, impedindo a queda.

Este glossário auxilia síndicos, administradoras e zeladores(as) a compreenderem os termos essenciais da NR-35, facilitando a aplicação do modelo pronto e a comunicação com profissionais de segurança do trabalho.


Para garantir a segurança em seu condomínio e evitar riscos legais, faça o download do Guia Completo da NR-35 para Condomínios (download em PDF, Word e Excel). Este kit está disponível na Biblioteca GrandCondo, acessível mediante cadastro e assinatura anual. O GrandCondo funciona de forma híbrida: você pode gerenciar todos os documentos e processos de segurança tanto no computador da portaria quanto no celular do zelador(a) ou síndico, garantindo flexibilidade e agilidade. Proteja seu condomínio hoje mesmo com as ferramentas certas.

Veja como o arquivo é por dentro

Prévia real do documento Guia Completo da NR-35 para Condomínios — página 4, arquivo oficial GrandCondo com marca d'água

Folha de fechamento, com resumo das pendências e responsável pela conferência.

Perguntas frequentes

NR-35 em Condomínios: Legalidade e Aplicação: o que o síndico precisa saber?

A segurança no ambiente condominial é responsabilidade do síndico, conforme Art. 1.348 do Código Civil (Lei 10.406/02). O síndico deve zelar pela conservação das áreas comuns e pela prestação de serviços. Nesse contexto, o trabalho em altura, definido pela Norma Regulamentadora nº 35 (NR 35) como qualquer atividade executada acima de 2 metros do nível inferior com risco de queda, é crítico. A NR 35 estabelece requisitos mínimos e medidas de proteção para o planejamento, organização e execução desses trabalhos,

Componentes Essenciais do Modelo NR-35: o que o síndico precisa saber?

O modelo pronto de NR 35 para condomínios é um kit completo e prático, estruturado em diferentes folhas e seções, cada uma com um propósito específico na gestão da segurança do trabalho em altura. Este material modular garante que todos os aspectos da NR 35 sejam abordados de forma sistemática e documentada.

Permissão de Trabalho em Altura (PTA): o que o síndico precisa saber?

A Permissão de Trabalho em Altura (PTA) é o documento central para autorizar e controlar a execução de atividades acima de 2 metros. Ela deve ser preenchida antes do início de qualquer trabalho em altura. Campos de preenchimento: Dados do Condomínio: Nome, endereço, CNPJ. Identificação do Serviço: Data, horário de início e término previstos, local exato da atividade (ex: "telhado da torre A", "fachada lateral bloco B"). Equipe Envolvida: Nome completo dos trabalhadores, função, número de registro profissional (quando aplicável)

Análise Preliminar de Risco (APR) e Diálogo Diário de Segurança (DDS): o que o síndico precisa saber?

A APR é um documento que antecede a PTA, identificando todos os riscos da atividade e as medidas preventivas. O DDS é uma breve reunião realizada antes do início das atividades para reforçar os procedimentos de segurança. Campos de preenchimento da APR: Local e Atividade: Descrição do ambiente e das tarefas. Riscos Identificados: Detalhamento dos perigos (físicos, químicos, biológicos, ergonômicos, de acidentes) e seus potenciais danos. Medidas Preventivas e Corretivas: Ações para eliminar ou mitigar cada risco. Responsáveis: Pessoas designadas

Ficha de Controle de EPI: o que o síndico precisa saber?

Esta ficha documenta a entrega, o treinamento no uso, o estado de conservação e a devolução de cada EPI. Campos de preenchimento: Dados do Trabalhador: Nome completo, função. Dados do EPI: Tipo de equipamento (ex: capacete, cinto, luvas), marca, CA (Certificado de Aprovação), data de entrega. Condição do EPI: Registro de inspeções periódicas, datas de troca ou manutenção. Assinaturas: Do trabalhador (confirmando recebimento e treinamento) e do responsável pela entrega.

*Checklist* de Equipamentos e Ferramentas: o que o síndico precisa saber?

Para garantir que todos os equipamentos e ferramentas estejam em perfeitas condições de uso e em conformidade com as normas de segurança. Campos de preenchimento: Item: Nome do equipamento/ferramenta (ex: andaime, escada, talabarte, corda). Condição: Marcar "Conforme", "Não Conforme", "Não se aplica". Observações: Detalhes sobre eventuais não conformidades ou necessidades de manutenção. Data da Inspeção e Responsável: Registro de quem realizou a verificação. Com o detalhamento de cada folha e seus campos, síndicos e administradoras têm um guia claro para

Fale com um especialista

Quer ver isso funcionando no seu condomínio?

Mostramos na prática como aplicar “NR-35 para Condomínios: Modelo Pronto para Imprimir e Usar” na sua portaria — sem compromisso.

Seus dados ficam com a GrandCondo. Sem spam.

Sobre o autor
Equipe GrandCondo
Redação

Especialistas em gestão condominial.

Como avalia esta matéria?

Essa matéria foi útil para você?

Temas deste artigo

Continue lendo
Continue no portal

Leia também

Seleção de conteúdos relacionados e páginas do GrandCondo que aprofundam este assunto.

Ver todos os conteúdos →
  1. 01NotíciasBiblioteca de Documentos para Condomínio: Otimize Sua GestãoA gestão eficiente de um condomínio requer organização documental impecável e acesso a modelos e checklists atualizados, o que simplifica a rotina administrativa e garante conformidade legal. Ter uma biblioteca de docume7 min de leitura
  2. 02NotíciasNR para Prestadores em Condomínio: O que Exigir?Para garantir a segurança jurídica e física do condomínio e de seus moradores, é crucial que o síndico exija a documentação completa de Normas Regulamentadoras (NRs) dos prestadores de serviço antes do início de qualquer13 min de leitura
  3. 03NotíciasGrandKit: Substitua Semanas de Planilhas na Gestão CondominialSíndicos gerenciam condomínios e essa tarefa exige organização, conhecimento legal e controle financeiro. A criação e manutenção de planilhas e documentos do zero consome tempo, desvia o foco de questões estratégicas e p6 min de leitura
GrandCondo

Veja o sistema GrandCondo funcionando na portaria do seu condomínio

Plataforma híbrida de gestão condominial: encomenda cadastrada em menos de 10 segundos, etiqueta impressa na hora e aviso automático ao morador pelo WhatsApp da portaria ou do zelador(a) — no computador e no celular.

Portaria do condomínio operando com o sistema GrandCondo
A rotina de portaria e encomendas do condomínio, operada no GrandCondo.

O que você vai ver na demonstração

Plataforma híbrida de gestão condominial: computador na portaria, celular na mão de quem opera.

Funciona no computador da portaria

Guarita e administração trabalham na tela cheia: cadastro de encomenda, visitantes, ocorrências e relatórios.

E no celular do zelador(a) e do morador

Mesma base de dados, em tempo real. O zelador(a) resolve na ronda; o morador acompanha pelo app.

Encomenda cadastrada em menos de 10 segundos

Etiqueta impressa na hora e aviso automático ao morador pelo WhatsApp da portaria ou do zelador(a).

Implantação em 24h e treino de 15 minutos

A equipe começa a usar no mesmo dia. O cadastro de moradores é feito na Semana do Cadastro, por link de pré-cadastro.

Kit opcional de equipamentos

Impressora de etiquetas, leitor de código e webcam são opcionais — o sistema funciona com o que o condomínio já tem.

Quero conhecer a demonstração

Preencha os dados e nossa equipe apresenta o sistema no cenário real do seu condomínio.

Também abriremos o WhatsApp com uma mensagem pronta para acelerar o atendimento.

Seus dados são tratados conforme a LGPD. Você pode revogar o consentimento a qualquer momento em /lgpd/solicitacao.