A rotina tradicional de portaria presencial costuma manter cadernos abertos com nomes, números de CPF, telefones e placas de veículos ao alcance do olhar de qualquer entregador ou visitante. Sob a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), essa exposição contínua representa um risco direto de sanções jurídicas e vazamento de dados sensíveis.
Além dos livros físicos, o uso de planilhas locais desprotegidas no computador da administração perpetua a falta de controle sobre quem acessa ou altera as informações dos moradores. A adequação exige substituir o anotação manual por um sistema com perfis de acesso restritos e identificação individual por operador.




