001Telhas de Fibrocimento
risco alta
As telhas de fibrocimento apresentam-se íntegras, sem trincas, fraturas ou perfurações inadequadas, e fixadas com parafusos munidos de vedação em EPDM intacta?
Critério: 100% das telhas sem trincas ou quebras; parafusos de fixação instalados na crista da onda com arruela de EPDM flexível sem ressecamento ou aperto esmagante (ABNT NBR 15575 / ABNT NBR 5674).
Como verificar: Acessar a cobertura utilizando EPIs de segurança de trabalho em altura (NR-35), caminhar exclusivamente sobre tábuas de apoio distribuídas (nunca pisar na telha) e inspecionar visualmente as cristas das ondas e pontos de fixação.
002Telhas Cerâmicas
risco critica
As telhas cerâmicas do telhado estão alinhadas, encaixadas corretamente e isentas de peças quebradas, trincadas ou deslocadas por ação de ventos?
Critério: Ausência de telhas quebradas, trincadas ou fora do encaixe original; telhas do beiral devidamente amarradas com arame de cobre ou galvanizado conforme especificação técnica do fabricante.
Como verificar: Percorrer o perímetro do telhado ancorado à linha de vida, verificar o alinhamento das fiadas e inspecionar manualmente a estabilidade das telhas de empena e beiral.
003Telhas Metálicas Termoacústicas
risco alta
As telhas metálicas termoacústicas (tipo sanduíche) mantêm a integridade do revestimento sintético/galvânico, sem deformações, delaminação do núcleo isolante ou pontos de oxidação?
Critério: Zero pontos de corrosão perfurante; vedação contínua nas juntas longitudinais com fita selante ou mastique de Poliuretano (PU) intacto (ABNT NBR 15575).
Como verificar: Inspecionar a superfície metálica buscando bolhas na pintura, pontos de ferrugem nas bordas de sobreposição e folgas nos encaixes longitudinais.
004Fixadores e Elementos de Acessório
risco alta
Os parafusos autoperfurantes/brocantes das telhas metálicas e de fibrocimento possuem aperto correto, sem esmagamento da arruela de neoprene e sem folga de fixação?
Critério: Arruela de EPDM levemente pressionada, mantendo o lábio de vedação reto e sem deformação excessiva ou fissuras; zero fixadores soltos.
Como verificar: Inspecionar por amostragem (mínimo de 10% do total de fixadores) a deformação da arruela de vedação e checar manualmente a firmeza mecânica do parafuso.
005Rufos e Contra-Rufos Metálicos
risco critica
Os rufos e contra-rufos em platibandas e paredes estão firmemente fixados e com o selante de vedação (mastique de PU) íntegro na junta superior de junção com a alvenaria?
Critério: Cordão de mastique de PU contínuo, sem trincas, descolamento ou ressecamento; parafusos de fixação espaçados no máximo a cada 30 cm (ABNT NBR 9575 / ABNT NBR 5674).
Como verificar: Vistoriar o cordão de selante ao longo de toda a extensão do contra-rufo e aplicar leve pressão manual na chapa metálica para testar a fixação mecânica.
006Pingadeiras Metálicas
risco media
As pingadeiras metálicas nos topos de platibanda possuem caimento voltado para o interior da cobertura e projeção externa com dente de gotejamento afastado da parede?
Critério: Caimento mínimo de 1% em direção ao telhado/calha interna; dente de gotejamento projetado com afastamento mínimo de 20 mm da superfície da fachada.
Como verificar: Posicionar um nível de Bolha no topo da pingadeira para checar o caimento e medir visualmente a distância do dente de gotejamento em relação à superfície da parede.
007Junção Rufos e Telhas
risco alta
Existe traspasse mínimo adequado entre os rufos e as telhas, acompanhado de fechamento dos vãos das ondas (pente ou bloco de vedação) sem frestas abertas?
Critério: Traspasse mínimo de 150 mm entre a chapa do rufo e a telha; vãos de ondas 100% preenchidos com elemento de vedação resistente a raios UV.
Como verificar: Inspecionar a zona de sobreposição entre o rufo e a telha, verificando a presença e integridade das tiras de vedação (pentes plásticos ou espumas de poliuretano pré-moldadas).
008Conservação Galvânica e Pintura de Rufos
risco media
As chapas metálicas de rufos e pingadeiras encontram-se isentas de pontos de ferrugem, descascamento da pintura protetiva ou sinais de corrosão galvânica por contato com metais dissimilares?
Critério: Superfície da chapa metálica com revestimento contínuo, sem pontos de oxidação perfurante; presença de arruelas isolantes em caso de contato entre metais distintos.
Como verificar: Realizar inspeção visual minuciosa ao longo de toda a extensão dos rufos, observando pontos com oxidação avermelhada, corrosão branca (sais de zinco) ou atrito com parafusos e suportes.