001Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) da Entrada Principal
risco alta
A carga elétrica do QGBT no momento da medição termográfica atinge o patamar mínimo operacional necessário para validação do ensaio?
Critério: Carga efetiva igual ou superior a 50% da corrente nominal do QGBT ou superior a 40% do pico de carga historiado, conforme requisitos da ABNT NBR 15572:2013 e ABNT NBR 15763:2009.
Como verificar: Medir a corrente em cada fase do alimentador principal do QGBT com alicate amperímetro calibrado e comparar com a corrente nominal total calculada para as cargas operando em horário de pico (elevadores, bombas e iluminação).
002Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) da Entrada Principal
risco media
A emissividade no termovisor está calibrada corretamente para a superfície dos barramentos e conexões inspecionados no QGBT?
Critério: Emissividade ajustada entre 0,90 e 0,95 para superfícies foscas/isoladas ou parâmetro corrigido via software conforme ABNT NBR 15572:2013 e ABNT NBR 15763:2009.
Como verificar: Verificar as configurações de emissividade no menu do termovisor. Confirmar se conexões metálicas nuas possuem fita fosca ou tinta de alta emissividade aplicada nos pontos de controle, ou se a compensação foi inserida manualmente.
003Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) da Entrada Principal
risco critica
O diferencial de temperatura (ΔT) nos barramentos principais e conexões do QGBT em relação às fases adjacentes está dentro dos limites de segurança?
Critério: ΔT < 10°C (situação normal/mínima); ΔT de 10°C a 30°C (anomalia de severidade regular, intervenção planejada no plano GrandCondo); ΔT > 30°C (anomalia crítica, correção imediata), conforme ABNT NBR 15763:2009.
Como verificar: Realizar a varredura com câmera infravermelha em todas as junções, talas e parafusos do barramento do QGBT. Calcular o ΔT subtraindo a temperatura do ponto mais quente pela temperatura de referência de uma fase similar sob mesma carga.
004Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) da Entrada Principal
risco critica
A temperatura máxima absoluta nos terminais do Disjuntor Geral do QGBT está abaixo do limite suportado pelos cabos de entrada e isoladores?
Critério: Temperatura absoluta inferior a 70°C para condutores com isolamento em PVC, ou inferior a 90°C para condutores em XLPE/EPR, em conformidade com a ABNT NBR 5410:2004 e ABNT NBR 15763:2009.
Como verificar: Mapear com o termovisor a temperatura absoluta nos bornes de entrada e saída do disjuntor geral do QGBT e cruzar o valor com o tipo de isolante do condutor instalado (PVC, XLPE ou EPR).
005Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) da Entrada Principal
risco alta
Os parafusos e conectores dos disjuntores de saída (subalimentadores das torres) do QGBT apresentam ausência de aquecimento por resistência de contato?
Critério: Ausência de ponto quente focalizado no terminal (ΔT entre o terminal e o condutor a 10 cm deve ser < 5°C). Caso detectado aquecimento, programar reaperto com chave dinamométrica conforme torque especificado pelo fabricante e diretrizes da NR-10.
Como verificar: Inspecionar os terminais de saída de cada disjuntor com a câmera termográfica, observando a distribuição de temperatura ao longo do borne e do cabo de saída.
006Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) da Entrada Principal
risco media
O perfil térmico dos condutores das três fases (L1, L2, L3) na entrada do QGBT apresenta equilíbrio de distribuição de temperatura?
Critério: Diferença de temperatura entre a fase mais quente e a mais fria menor que 5°C sob carga simétrica, e desequilíbrio de corrente inferior a 15% entre fases, conforme ABNT NBR 5410:2004 e ABNT NBR 15763:2009.
Como verificar: Capturar o termograma abrangendo os condutores das três fases na entrada do QGBT e comparar as temperaturas de cada fase simultaneamente com a medição de corrente via alicate amperímetro.
007Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) da Entrada Principal
risco alta
Os Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS) instalados no QGBT apresentam padrão térmico compatível com o estado de repouso?
Critério: Módulos de DPS devem operar em temperatura ambiente (ΔT em relação ao ar interno do quadro < 5°C). Qualquer elevação térmica sem ocorrência de surto recente indica falha interna e exige substituição imediata, segundo ABNT NBR 5410:2004.
Como verificar: Apontar o termovisor para o corpo de cada módulo de DPS e para os cabos de ligação à terra dentro do QGBT, verificando a existência de gradientes térmicos Anormais.
008Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) da Entrada Principal
risco alta
As barreiras de proteção acrílica e portas internas do QGBT permitem a inspeção termográfica com visada direta e segurança operacional conforme a NR-10?
Critério: Visada direta desobstruída para todos os pontos de conexão energizados, utilização de EPIs adequados para NR-10 (Classe 2 arc-flash) e presença de sinalização de advertência de risco elétrico atualizada no QGBT, conforme NR-10 e ABNT NBR 15572:2013.
Como verificar: Inspecionar a presença de janelas termográficas adequadas ou a facilidade de remoção segura das placas de policarbonato para linha de visada direta dos barramentos, com o inspetor equipado com vestimenta de proteção AR/FR e EPIs adequados.